Coisinhas da Professora Ivanete

19 de set de 2009

Meio Ambiente

Atividades realizadas com os alunos do segundo ano Experiência da germinação com vários tipos de solos
Trabalhamos a história em sequência "A sementinha bailarina"


Confeccionamos cartaz ilustrando o solo protegido e solo desprotegido

Visita ao minhocário



Cartaz pronto






Dedicação e empenho das crianças










22 de ago de 2009

Textos para serem trabalhados com 5º ano

Energia Elétrica

Energia: suja ou limpa, não dá para viver sem ela.
Você chega em casa, pega água na geladeira, toma um banho morno, enxuga o cabelo com o secador e liga o rádio, enquanto sua mãe assiste televisão. Seu pai acaba de colocar o carro na garagem e entra perguntando:
- Quem esqueceu a luz acesa?
Já pensou se o ser humano não tivesse inventado formas de gerar energia? Todo esse conforto – luz elétrica, aparelhos eletrodomésticos, computadores, automóveis – não existiria! Mas agora todos estão percebendo que toda essa facilidade pode custar muito caro... Pode custar a vida do planeta! Precisamos substituir as formas tradicionais de produzir energia por soluções que façam menos mal ao ambiente.

O que parece bom pode ter muitos defeitos...
A energia elétrica que chega às nossas casas pelos fios vem das usinas hidrelétricas. Essa é uma das formas mais “limpas” de produzir energia, mas prejudica o meio ambiente, porque, para construir uma usina dessas, é preciso desviar cursos de rios e alagar regiões. Isso pode provocar alterações no clima e levar à extinção as plantas e os animais que habitavam a região alagada.
Os combustíveis fósseis (carvão e petróleo) são recursos não-renováveis, isto é, eles vão acabar um dia. Nunca é demais lembrar que o combate ao aquecimento global depende da eliminação dos combustíveis fósseis.
Mas como iremos viver sem usinas hidrelétricas e sem petróleo? Muito bem, obrigado! Já existem vários tipos de energia alternativa sendo pesquisados. E o que é melhor: energias limpas e renováveis!

Cuide da energia elétrica, que ela vai cuidar de você!
O consumo de energia elétrica aumenta sem parar, no Brasil e no mundo. O comercio, que antes fechava às seis da tarde, agora fica aberto até à noite, nos shopping centers e hipermercados, além de funcionar de domingo a domingo. A energia utilizada nas residências e no comércio representa quase a metade do consumo total.
A valorização cada vez maior do ato de consumir levou a humanidade a atitudes de desperdício. E não é diferente com a energia elétrica. Quantas vezes você já deixou a TV “falando sozinha”, saiu do quarto sem apagar a luz, e ficou abrindo e fechando a porta da geladeira mil vezes?
Existe rádio-relógio, rádio portátil, rádio-gravador, toca-CD com radio... Pra quê tanto rádio? Será que precisamos mesmo de tantos aparelhos que a indústria lança?
As usinas hidrelétricas precisam de água dos rios e os rios precisam da águas da chuva. E se não chover? Já dissemos que existem alternativas para substituir essas usinas, mas isso ainda vai levar tempo e custa muito caro. Não acontece de uma hora para outra!
Há pouco tempo, o Brasil passou por uma crise energética, com ameaça de apagão e tudo! Foi aí que todo o mundo percebeu que a gente precisa economizar!

Como gerar energia sem prejudicar a natureza?
Dizem que o petróleo vai acabar. Aí você fica imaginando um monte de carros e fábricas parando de repente...Nada disso vai acontecer! Em breve, uma nova geração de máquinas produzirá a energia necessária para se tomar banho quente, gelar um suco de frutas ou surfar na Internet. De forma eficaz e limpa. Para isso, já existem fontes alternativas.




A Poluição do ar
A poluição do ar é caracterizada pela presença de gases tóxicos e partículas líquidas ou sólidas no ar. Os escapamentos dos veículos, as chaminés das fábricas, as queimadas estão constantemente lançando no ar grandes quantidades de substâncias prejudiciais à saúde. As causas da Poluição Atmosférica Nos grandes centros urbanos e industriais tornam-se freqüentes os dias em que a poluição atinge níveis críticos. Os escapamentos dos veículos automotores emitem gases como o monóxido (CO) e o dióxido de carbono (CO2 ), o óxido de nitrogênio (NO), o dióxido de enxofre (SO2) e os hidrocarbonetos. As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas. Todos esses poluentes são resultantes das atividades humanas e são lançados na atmosfera.Os efeitos A emissão excessiva de poluentes tem provocado sérios danos à saúde como problemas respiratórios (Bronquite crônica e asma), alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso ou em órgãos vitais e até câncer. Esses distúrbios agravam-se pela ausência de ventos e no inverno com o fenômeno da inversão térmica (ocorre quando uma camada de ar frio forma uma parede na atmosfera que impede a passagem do ar quente e a dispersão dos poluentes). Os danos não se restringem à espécie humana. Toda a natureza é afetada. A toxidez do ar ocasiona a destruição de florestas, fortes chuvas que provocam a erosão do solo e o entupimento dos rios. No Brasil, dois exemplos de cidades totalmente poluídas são Cubatão e São Paulo. Os principais impactos ao meio ambiente são a redução da camada de ozônio, o efeito estufa e a precipitação de chuva ácida. A redução da Camada de Ozônio A camada de ozônio protege a terra dos raios ultravioleta do sol, que são extremamente prejudiciais à vida. Ela está situada na faixa de 15 e 50 km de altitude. Os CFCs (clorofluorcarbonos) são compostos altamente nocivos a este escudo natural da terra. O CFC é uma mistura de átomos de cloro e carbono. Presentes no ar poluído, o CFC é transportado até elevadas altitudes quando é bombardeado pelos raios solares ocasionando a separação do cloro e do carbono. O cloro, por sua vez, tem a capacidade de destruir as moléculas de ozônio. Basta um átomo de cloro para destruir milhares de moléculas de ozônio (O3 ) formando um buraco, pelo qual, os raios UV passam chegando a atingir a superfície terrestre. A redução do ozônio contribui para o efeito estufa. Efeito Estufa O efeito estufa é o aquecimento da Terra, ou seja, é a elevação da temperatura terrestre em virtude da presença de certos gases na atmosfera. Esses gases permitem que a luz solar atinja a superfície terrestre, mas bloqueia e enviam de volta parte da radiação infravermelha (calor) irradiada pela Terra. O principal agente causador do efeito estufa é o gás carbônico (CO2 ) resultante da combustão do carvão, lenha e petróleo. Esse efeito é semelhante à dos vidros fechados de um carro exposto ao sol. O vidro permite a passagem dos raios solares, acumulando calor no interior do veículo, que fica cada vez mais quente. As conseqüências desse fenômeno são catastróficas como o aquecimento e a alteração do clima favorecendo a ocorrência de furacões, tempestades e até terremotos; ou o degelo das calotas polares, aumentando o nível do mar e inundando regiões litorâneas; ou afetando o equilíbrio ambiental com o surgimento de epidemias.Chuva Ácida A chuva ácida é uma das principais conseqüências da poluição do ar. As queimas de carvão ou de petróleo liberam resíduos gasosos, como óxidos de nitrogênio e de enxofre. A reação dessas substâncias com a água forma ácido nítrico e ácido sulfúrico, presentes nas precipitações de chuva ácida. Os poluentes do ar são carregados pelos ventos e viajam milhares de quilômetros; assim, as chuvas ácidas podem cair a grandes distâncias das fontes poluidoras, prejudicando outros países. O solo se empobrece, a vegetação fica comprometida. A acidificação prejudica os organismos em rios e lagoas, comprometendo a pesca. Monumentos de mármore são corroídos, aos poucos, pela chuva ácida.


SOLO E LIXO

Solo: ele é tão seu quanto o chão de sua casa
Você já parou para pensar que o solo é um recurso natural tão importante quanto a água? Claro, porque se não existisse o solo, onde iríamos plantar nossos alimentos? E onde os vegetais iriam se fixar e retirar os nutrientes de que precisam para viver? Sem o solo, não existiria vida na terra.
E como você já deve ter notado, o solo também é atingido pela poluição que o homem causa no planeta. A poluição do solo é causada, principalmente, pelas enormes quantidades de lixo sólido produzido na cidade e no campo, e que nem sempre são depositadas nos lugares certos. Sem contar as pessoas que jogam lixo na rua , como se a cidade não fosse sua...

Lixo daqui, dali e de lá
Nas áreas urbanas do planeta, cada pessoa produz, por dia uma média de 700gramas de lixo doméstico. Só na cidade de São Paulo, uma das maiores do mundo, são produzidas 12 mil toneladas diariamente.

Cuidado que é veneno!
O lixo, normalmente contém vários produtos químicos misturados a ele. Se forem jogados em lugares inadequados, vão se infiltrando no solo e se acumulam no local. Quando chove, muitas vezes estes produtos vão parar nas plantações ou nos rios e lagos, podendo alcançar até os lençóis d’água subterrâneos.
A decomposição do lixo também libera um gás tóxico, chamado metano. Por ser muito inflamável, esse gás pode causar explosões. Ele tem um cheiro horroroso, e por isso quem trabalha em aterros sanitários precisa usar máscaras.

O lixo que dura, dura, dura...
Existem lixos de dois tipos: o orgânico e o inorgânico. A diferença é que o primeiro apodrece logo e o segundo não.
O lixo orgânico tem origem animal e vegetal. Restos de comida, cascas de frutas e legumes, cascas de ovos, restos de plantas e coisas assim. Esse lixo se decompõe, quer dizer, volta para a natureza. Vira adubo e, por isso, causa menos problemas.
O lixo inorgânico é formado por coisas artificiais, fabricadas pelo homem: isopor, vidros, plásticos, latas, papéis, embalagens. Esse é bem mais problemático, porque leva, às vezes, centenas de anos para se decompor e fica aqui, ocupando espaços enormes no planeta! E cada vez tem mais.

O que é feito com o lixo?
Depois que é recolhido pelo caminhão, o lixo vai para os aterros sanitários. O problema é que os aterros desse tipo não dão conta da enorme quantidade de lixo produzida todo dia. Em pouco tempo, ficam lotados.
Uma maneira barata de eliminar o lixo orgânico é transformá-lo em adubo. Queimar o lixo não é bom para o ambiente porque produz uma fumaça tóxica. A reciclagem é a melhor solução para o lixo inorgânico (plásticos, vidros, metais e papéis). Mas para isso é preciso que as pessoas participem.

Lixo que não é lixo
O lixo inorgânico também é chamado de lixo limpo, ou lixo seletivo. E em vez de ser jogado fora, pode voltar para as indústrias e se transformar em novos objetos. Essa é a forma mais inteligente de impedir que esses materiais sujem nosso planeta!
Se todas as pessoas se acostumassem a separar o lixo que pode ser reaproveitado e a encaminhá-lo para a reciclagem, a situação iria melhorar muito! Veja si: 35% do lixo coletado são materiais recicláveis e outros 35% podem virar adubo. Quer dizer, 70% do problema com o lixo estaria resolvido!
É para a reciclagem que existem aqueles recipientes de lixo coloridos em certos locais das cidades. Acostume-se a usá-los!
O Brasil tem um dos projetos mais desenvolvidos do mundo na reciclagem das embalagens de agrotóxicos. A quantidade de embalagens vazias recicladas atualmente ultrapassa as 12.000 toneladas por ano.



Um líquido precioso

O Brasil é o primeiro país do mundo em volume de água doce, pois conta com muitos rios, lagos e lençóis freáticos (espécie de rios subterrâneo). O melhor exemplo disso é o rio Amazonas, o maior do planeta, que descarrega um volume de água no mar próximo de 250mil metros cúbicos por segundo. Só para se ter uma idéia da riqueza fluvial de nosso país, podemos ver o exemplo de Israel, um país muito pobre em água doce. A descarga de água de Israel é de 23,8 metros cúbicos por segundo.
Mas, se o Brasil é tão rico em água assim, como pode haver racionamento e seca em muitas regiões?
Acontece que a maioria dos rios estão concentrados na bacia amazônica, e em algumas regiões do país, como o Nordeste, existe um problema, a falta de chuvas. Nessa região, muitas vezes, rios inteiros secam e desaparecem por meses, voltando a correr somente na estação das chuvas. Mas essa não é a maior razão para o racionamento. O problema é que a água, um líquido precioso e essencial para todos os seres vivos, é usada de maneira errada nas grandes cidades. Indústrias usam rios como depósitos de lixo e esgoto, pessoas deixam a torneira aberta sem utilidade e desperdiçam de toda maneira, sem levar em consideração que apenas 2,5 % da água do mundo é doce e própria para beber. O desperdício tem muitos culpados, e não são só os consumidores os vilões da história. Muita água se perde nos sistemas de tratamento, nos canos antigos, nos equipamentos sem manutenção das empresas de distribuição.
É necessário que todos se conscientizem de que a água é um tesouro e que não pode ser jogada fora, literalmente pelo ralo. Temos que economizar, ensinar os outros a não desperdiçar e pedir que não se façam barbaridades, como por exemplo varrer uma calçada com esguicho, em vez de uma vassoura! Se todos fizerem a sua parte, nunca irá faltar água para ninguém.
(O Estado de São Paulo. Estadinho. 31 mar.2001.)


A Terra Pede Socorro
Daniel Hessel Teich

Dez anos depois da Eco 92, há pouco para comemorar. A poluição e o uso predatório dos recursos naturais aceleraram o efeito estufa e a destruição das florestas. Mas existem formas de corrigir esses erros.
O perigo da degradação ambiental causada pelo homem costuma ser representado nas campanhas ambientalistas por animais ameaçados de extinção. O simpático e desajeitado urso penda, que está desaparecendo junto com seu hábitat nas montanhas da China, é um dos símbolos mais utilizados pelos ecologistas. Neste momento, há um símbolo muito mais tenebroso no ar. Trata-se da formidável nuvem de poluentes que se estende do Japão ao Afeganistão, no sentido leste-oeste, e da China à Indonésia, no sentido norte-sul, abrangendo uma região da Ásia em que vive um quinto da humanidade. De tonalidade marrom e tamanho equivalente a três Brasis, essa nuvem de venenos tem 3 quilômetros de espessura e representa 1,5% da atmosfera da região. Nuvens parecidas flutuam ocasionalmente sobre os Estados Unidos e a Europa, mas nenhuma teve igual tamanho e durabilidade. A mancha foi percebida pelos satélites em órbita sete anos atrás e desde então vem sendo estudada por uma equipe de especialistas convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na semana passada, anunciou-se a primeira conclusão: trata-se da mais densa e ampla concentração de poluentes já detectada.
Na lista das grandes catástrofes ecológicas preparada pela Associação Americana para o Avanço da Ciência, a nuvem asiática é comparada ao buraco de ozônio, o pesadelo que dominou o debate ambientalista na década passada. “O perigo é global, já que uma nuvem desse tamanho pode cruzar meio mundo em apenas uma semana”, adverte o alemão Klaus Topfer, diretor executivo do Programa de Meio Ambiente da ONU. O coquetel de partículas de carbono, sulfatos e cinzas orgânicas é resultado das emissões de gases de fábricas, usinas termelétricas e escapamentos de automóveis. Essa é, digamos, a contribuição industrial para o fenômeno. “O crescimento econômico do sul da Ásia fez com que a poluição dobrasse nos últimos vinte anos”, diz o indiano Victor Ramanathan, coordenador de estudo que desvendou os segredos da nuvem. Mas não é essa a única causa. A população pobre da região queima o que tiver a mão para cozinhar e se aquecer – de madeira a estrume, passando por garrafas de plástico e embalagens. Como no Brasil, a queimada é a principal ferramenta para abrir espaço para o plantio. Por causa da alta concentração de carbono, a nuvem de poluentes chega a reter 15% da luz solar. Por falta de sol, o solo está ficando mais frio, e o ar, mais abafado. O ritmo das monções, o período de chuva no sul da Ásia, foi alterado, com efeito catastrófico para a agricultura. A safra de arroz colhida no inverno na Índia foi de 10% menor que em anos anteriores. Estima-se que 500.000 pessoas morram só naquele país em decorrência de problemas respiratórios causados pelo fenômeno. Um desastre ambiental provocado pelo encontro de duas realidades que se entrelaçam – o mundo industrializado de certas regiões asiáticas e a pobreza desprezível de outras – é pleno de simbolismo e não podia revelar-se em momento mais apropriado.
(Revista Veja. São Paulo, Abril , 21 Agosto de 2002)


Aquecimento global
Todo mundo já ter visto na TV, ouvido no rádio, visto na internet, etc, falar um trecho só que seja do Aquecimento Global. Desde a criação, a Terra sempre esteve em constantes mudanças de temperatura, em ciclos de milhares de anos de aquecimento e glaciação causados por fenômenos naturais. A partir da Revolução Industrial, o planeta passou a enfrentar uma nova realidade: a mudança de temperatura causada pelo homem através da poluição. O Aquecimento Global é um fenômeno climático de larga extensão - um aumento da temperatura média superficial global que vem acontecendo nos últimos 150 anos.Causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) têm sido propostas para explicar o fenômeno. A Terra recebe radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela para o espaço através de radiação de calor. São vários os fatores, apontados por ecologistas e cientistas, que provocam essas mudanças climáticas. A principal conseqüência é o aquecimento do clima da Terra, provocando o aumento da temperatura dos oceanos e o derretimento das geleiras. Ondas de calor inéditas. Furacões avassaladores. Secas intermináveis onde antes havia água em abundância. Enchentes devastadoras. Extinção de milhares de espécies de animais e plantas. Incêndios florestais. Derretimento dos pólos. E todo o tipo de desastres naturais que fogem ao controle humano. O controle das emissões de gases na atmosfera é imprescindível. Há muitos fatores que determinam o clima; os principais ocorrem na atmosfera, na crosta terrestre, nas geleiras, nos oceanos, na biosfera, nos gases e nos efeitos causados pela atividade humana. E o que tem provocado o aumento excessivo de emissão de gases de efeito estufa na atmosfera? Em grande parte são as atividades humanas, em busca do desenvolvimento econômico, do conforto e das comodidades da vida moderna. O que fazer para combater o Aquecimento Global? Algumas das formas de combater o aquecimento global é evitar o gasto absurdo de água e evitar poluir o ambiente, não jogando papéis e lixo no chão. Pense um pouco, pra que jogar papel no chão? Faça pelo menos a sua parte, pois é com pequenos gestos que o mundo fluirá.

2 de mai de 2009

Textos para trabalhar com 4ª série
Uma novidade em casa

Um dia comecei a perceber que minha mãe estava barriguda. Ela começou usar roupas mais largas pra disfarçar. Não andava mais naquela bicicleta que não sai do lugar. Não corria mais de uniforme em volta da casa. E não fazia regime, comia feita louca. Estava cada vez mais bochechuda. Corada. Feliz.
Parecia que estava meio biruta também. Andava dando risadinhas pela casa, cantando, falando sozinha.
Eu pensei que era maluquice mesmo. Uma noite, quando já estava todo mundo deitado para dormir, ela fez meu pai se vestir e sair para comprar manga, dizendo que não ia conseguir pregar o olho se não se não comesse manga. E o mai biruta de tudo é que meu pai foi sem reclamar, todo satisfeito. Como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Então percebi que estavam escondendo algum segredo de mim. Minha avó começou a ir mais vezes lá em casa, quase todo dia. Depois ia todo dia. E trouxe uma mala e se mudou de vez. Ela estava com a mesma esquisitice da minha mãe. Ria e cantava à toa. As duas passavam a tarde inteira na frente da televisão, fazendo tricô e falando pelos cotovelo.
Foi pelas coisinhas que começaram a sair das agulhas de tricô que comecei a descobrir o que estava para acontecer : eram só meiazinhas, casaquinhos, gorrinhos... coisinhazinhas que só cabem em nenenzinhosinhos!
Aí ouvi meus pais cochichando na cozinha. Um falava que o outro devia me contar alguma coisa. Minha mãe dizia que meu pai devia ter uma conversa de homem para homem. E meu pai dizia que minha mãe devia me contar o que era para contar, porque senão eu podia ficar achando que ela não gostava mais de mim, sabe como é?
Era aquele monte de bobagem que os adultos falam e pensam que as crianças não entendem. Eles estavam é morrendo de medo de me falar alguma coisa e estavam inventando desculpas. Às vezes os adultos parecem mais crianças que as crianças, coitados, até dá pena. Então resolvi dar uma mãozinha para eles e entrei correndo na cozinha perguntando:
- O que é, hein? O que vocês precisam me contar?
Os dois ficaram com cara de criança que é pega chupando o pirulito que era para chupar só depois do jantar. Eu fiquei com mais pena deles e falei:
- Não precisa ficar com medo não. Pode contar que eu não vou ficar bravo!
Eles então riram meio amarelo e me anunciaram os dois juntos:
- Você vai ganhar um irmãozinho!

Flávio de Souza
A chegada do invasor

Estudo do texto

1 – Explique o significado das expressões abaixo:
Não pregar o olho – não conseguir dormir
Falando pelos cotovelos – falando demais
Sorriso amarelo – sorriso sem graça
(explorar as expressões que as crianças conhecem: chorar de barriga cheia, chorar lágrimas de crocodilo, cara de quem comeu e não gostou...

2 – Escolha uma das expressões acima e faça uma frase.

3 – Responda:
a) Como estavam se sentindo o pai e a avó do menino com a chegada do neném?
b) Quando foi que o menino começou a descobrir que ganharia um irmãozinho?
c) Para você, por que o menino resolveu ajudar os pais a contarem o que estava acontecendo?
A bolsa amarela

De vez em quando, a família de Raquel recebia de uma tia uns pacotões com roupas, bolsas e sapatos seminovos. Raquel, bem menor que os irmãos, nunca ficava com nada. Mas naquele dia...

Aí aconteceu uma coisa diferente: de repente sobrou uma coisa para mim.
- Toma, Raquel, fica pra você.
Era a bolsa.
A bolsa por fora:
Era amarela. Achei isso genial: para mim amarelo é a cor mais bonita que existe. Mas não era um amarelo sempre igual: as vezes era forte, mas depois ficava fraco; não sei se porque ele já tinha desbotado um pouco, ou porque já nasceu assim mesmo, resolvendo que ser sempre igual é muito chato.
Ela era grande; tinha até mais tamanho de sacola do que de bolsa. Mas vai ver ela era que nem eu: achava que ser pequena não dá pé.
A bolsa não era sozinha: tinha uma alça também. Foi só pendurar a alça no ombro que a bolsa arrastou no chão. Eu então dei um nó bem no meio da alça. Resolveu o problema. E ficou com mais bossa também.
Não sei o nome da fazenda que fez a bolsa amarela. Mas era uma fazenda grossa, e se a gente passava a Mao arranhava um pouco. Olhei bem de perto e vi os fios da fazenda passando um por cima do outro; mas direitinho; sem fazer bagunça nem nada. Achei legal. Mas o que eu achei ainda mais legal foi ver que a fazenda esticava: “vai dar pra guardar um bocado de coisa aí dentro”.
A bolsa por dentro:
Abri devagarinho. Com um medo danado de ser tudo vazio. Espiei. Nem acreditei. Espiei melhor.
- Mas que curtição! – berrei. E ainda bem que só berrei pensando: ninguém escutou nem olhou.
A bolsa tinha sete filhos! (Eu sempre achei que bolso de bolsa é filho da bolsa). E os sete moravam assim:
Em cima, um grandão de cada lado, os dois com zíper; abri-fechei, abri-fechei, abri-fechei, os dois funcionando bem que só vendo.
Logo embaixo tinha mais dois bolsos menores, que fechavam com um botão. Num dos lados tinha um outro – tão magro e tão comprido que eu fiquei pensando o que é que eu podia guardar ali dentro (um guarda-chuva? Um martelo? Um cabide em pé?). no outro lado tinha um bolso pequeno, feito de fazenda franzidinha, que esticou todo quando eu botei a Mao dentro dele;
Botei as duas mãos: esticou ainda mais; era um bolso com mania de sanfona, como eu ia dar coisa pra ele guardar! E por ultimo tinha um bem pequenininho, que eu logo achei que era o bebê da bolsa.
Comecei a pensar em tudo que eu ia esconder na bolsa amarela.
Puxa vida, tava até parecendo o quintal de minha casa, com tanto esconderijo bom, que fecha, que estica, que é pequeno, que é grande. E tinha uma vantagem: a bolsa eu podia levar sempre a tiracolo, o quintal não.
Lygia Bojunga Nunes
A bolsa amarela

Estudo do texto:
1 – responda:
A – Quem está narrando a história?
Uma menina, Raquel.

B – Como Raquel se sentiu com o presente que ganhou?
Sentiu-se alegre, contente.

C – Na sua opinião, por que Raquel berrou só em pensamento ao examinar o interior da bolsa? Pessoal...

D – Para Raquel, o que a bolsa tinha em comum com o quintal de casa?
Para Raquel, a bolsa e o quintal tinham em comum muitos esconderijos.

E – E que vantagem ela viu na bolsa em relação ao quintal?
A vantagem de levar a bolsa em qualquer lugar.

F – O que você achou na bolsa amarela? Pessoal...

G – E de Raquel? Por quê? Pessoal...
Chapeuzinho vermelho de raiva

- Senta aqui mais perto, Chapeuzinho. Fica aqui mais pertinho da vovó, fica.

- Mas vovó, que olho vermelho... E grandão... Queque houve?

- Ah, minha netinha, estes olhos estão assim de tanto olhar para você. Aliás, está queimada, heim?

- Guarujá, vovó. Passei o fim de semana lá. A senhora não me leva a mal, não, mas a senhora está com um nariz tão grande, mas tão grande! Tá tão esquisito, vovó.

- Ora, Chapéu, é a poluição. Desde que começou a industrialização do bosque que é um Deus nos acuda. Fico o dia todo respirando este ar horrível. Chegue mais perto, minha netinha, chegue.

- Mas em compensação, antes eu levava mais de duas horas para vir de casa até aui e agora , com a estrada asfaltada, em menos de quinze minutos chego aqui com a minha moto.

- Pois é, minha filha. E o que tem aí nesta cesta enorme?

- Puxa, já ia me esquecendo: a mamãe mandou umas coisas para a senhora. Olha aí: margarina, Helmmans, Danone de frutas e até uns pacotinhos de Knorr, mas é para a senhora comer um só por dia, viu? Lembra da indigestão do carnaval?

- Se lembro, se lembro...

- Vovó, sem querer ser chata.

Ora, diga.

- As orelhas. A orelha da senhora está tão grande. E ainda por cima, peluda. Credo, vovó!

- Ah, mas a culpada é você. São estes discos malucos que você me deu. Onde á se viu fazer música deste tipo? Um horror! Você me desculpe porque foi você que me deu, mas estas guitarras, é guitarra que diz, não é? Pois é; estas guitarras são muito barulhentas. Não há ouvido que agüente, minha filha. Música é a do meu tempo. Aquilo sim, eu e seu finado avô, dançando valsas... Ah, esta juventude está perdida mesmo.

- Por falar em juventude o cabelo da senhora está um barato, hein? Todo
desfiado, pra cima, encaracolado. Que qué isso?

- Também tenho que entrar na moda, não é, minha filha? Ou você queria que
eu fosse domingo ao programa do Chacrinha de coque e com vestido preto com bolinhas brancas?

Chapeuzinho pula para trás:

- E esta boca imensa???!!!

A avó pula da cama e coloca as mãos na cintura, brava:

- Escuta aqui, queridinha: você veio aqui hoje para me criticar é?!


Mario Prata

- Senta aqui mais perto, Chapeuzinho. Fica aqui mais pertinho da vovó, fica.

- Mas vovó, que olho vermelho... E grandão... Queque houve?

- Ah, minha netinha, estes olhos estão assim de tanto olhar para você. Aliás, está queimada, heim?

- Guarujá, vovó. Passei o fim de semana lá. A senhora não me leva a mal, não, mas a senhora está com um nariz tão grande, mas tão grande! Tá tão esquisito, vovó.

- Ora, Chapéu, é a poluição. Desde que começou a industrialização do bosque que é um Deus nos acuda. Fico o dia todo respirando este ar horrível. Chegue mais perto, minha netinha, chegue.

- Mas em compensação, antes eu levava mais de duas horas para vir de casa até aui e agora , com a estrada asfaltada, em menos de quinze minutos chego aqui com a minha moto.

- Pois é, minha filha. E o que tem aí nesta cesta enorme?

- Puxa, já ia me esquecendo: a mamãe mandou umas coisas para a senhora. Olha aí: margarina, Helmmans, Danone de frutas e até uns pacotinhos de Knorr, mas é para a senhora comer um só por dia, viu? Lembra da indigestão do carnaval?

- Se lembro, se lembro...

- Vovó, sem querer ser chata.

Ora, diga.

- As orelhas. A orelha da senhora está tão grande. E ainda por cima, peluda. Credo, vovó!

- Ah, mas a culpada é você. São estes discos malucos que você me deu. Onde á se viu fazer música deste tipo? Um horror! Você me desculpe porque foi você que me deu, mas estas guitarras, é guitarra que diz, não é? Pois é; estas guitarras são muito barulhentas. Não há ouvido que agüente, minha filha. Música é a do meu tempo. Aquilo sim, eu e seu finado avô, dançando valsas... Ah, esta juventude está perdida mesmo.

- Por falar em juventude o cabelo da senhora está um barato, hein? Todo
desfiado, pra cima, encaracolado. Que qué isso?

- Também tenho que entrar na moda, não é, minha filha? Ou você queria que
eu fosse domingo ao programa do Chacrinha de coque e com vestido preto com bolinhas brancas?

Chapeuzinho pula para trás:

- E esta boca imensa???!!!

A avó pula da cama e coloca as mãos na cintura, brava:

- Escuta aqui, queridinha: você veio aqui hoje para me criticar é?!


Mario Prata


Estudo do texto

1 – Complete os balões com as respostas da vovó às perguntas de Chapeuzin ho Vermelho.
- Vovó, por que você está com os olhos vermelhos? – estes olhos estão assim de tanto olhar você.

- Vovó, por que você está com o nariz tão grande? – ora, chapéu, é a poluição!

- E as suas orelhas, vovó, por que elas estão tão grandes? – Ah, mas a culpada é você. São estes discos malucos que você me deu.

2 – responda:
A – Por que Chapeuzinho Vermelho está queimada?
Chapeuzinho vermelho está queimada porque passou o final de semana no Guarujá.

B – Qual o meio de transporte que Chapeuzinho Vermelho utiliza para ir à casa da vovó?
Para ir à casa da vovó, Chapeuzinho utiliza a sua moto.

C – Por que ultimamente Chapeuzinho Vermelho tem chegado mais rápido na casa da vovó?
Chapeuzinho tem chegado mais rápido à casa da vovó porque agora a estrada está asfaltada.

D – O que Chapeuzinho levou para a casa da vovó?
Danone de frutas, margarina, pacotinhos de knorr e hellmann’s.

3 – quando Chapeuzinho perguntou sobre a boca imensa da avó:
A – como ela reagiu? A avó ficou brava, pulou da cama e colocou as mãos na cintura.

B – o que ela respondeu? - Escuta aqui, queridinha: você veio aqui hoje para me criticar, é?!

4 – Você gostou desta história? Por quê? Pessoal...

5 – Qual a personagem da história que você achou mais interessante? Por quê?


CHAPEUZINHO AMARELO
O poema a seguir conta a história de uma menina que possui muito medo.Do que será que ela tem tanto medo? Vamos descobrir?
CHAPEUZINHO AMARELO

Era a Chapeuzinho Amarelo.Amarelada de medo.Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho.
Já não ria.Em festa, não aparecia.Não subia escada nem descia.Não estava resfriada mas tossia.Ouvia conto de fada e estremecia.Não brincava mais de nada, nem de amarelinha.
Tinha medo de trovão. Minhoca, pra ela, era cobra.E nunca apanhava sol porque tinha medo da sombra.Não ia pra fora pra não se sujar.Não tomava sopa pra não ensopar.Não tomava banho pra não descolar.Não falava nada pra não engasgar.Não ficava em pé com medo de cair.Então vivia parada, deitada, mas sem dormir,com medo de pesadelo.
Era a Chapeuzinho Amarelo.
E de todos os medos que tinha o medo mais que medonho era o medo do tal do LOBO.Um LOBO que nunca se via, que morava lá pra longe, do outro lado da montanha, num buraco da Alemanha, cheio de teia de aranha, numa terra tão estranha, que vai ver que o tal do LOBO nem existia.Mesmo assim a Chapeuzinho tinha cada vez mais medo do medo do medo do medo de um dia encontrar um LOBO.Um LOBO que não existia.
E Chapeuzinho Amarelo, de tanto pensar no LOBO, de tanto sonhar com o LOBO, de tanto esperar o LOBO, um dia topou com ele que era assim:
carão de LOBO,
olhão de LOBO,
jeitão de LOBO
e principalmente um bocão tão grande que era capaz de comer duas avós, um caçador, rei, princesa, sete panelas de arroz e um chapéu de sobremesa.
Mas o engraçado é que, assim que encontrou o LOBO, a Chapeuzinho Amarelo foi perdendo aquele medo, o medo do medo do medo de um dia encontrar um LOBO. Foi passando aquele medo do medo que tinha do LOBO. Foi ficando só com um pouco de medo daquele lobo.
Depois acabou o medo e ela ficou só com o lobo. ( ... )
O lobo ficou chateado. ( ... )
LO B0 LO B0 LO B0 LO B0 LO B0 LO B0 LO B0 LO B0 LO BO BO ( ... )

Textos para trabalhar com 4ª série

O que eu vou ser...

Dias antes, eu e mamãe estávamos no supermercado, quando apareceu a dona do 46... aquela do apartamento de baixo.
- Ah! Que gracinha... – E, como sempre, pendurou-se nas minhas bochechas. Só que, desta vez, ela foi mais longe: - Diz pra titia... o que você vai ser quando crescer? Diz?
Minha vontade foi de responder: “Vou ser um gorila ENORME!!!”, mas mamãe socorreu a tempo:
- Ah, o Fernandinho será médico como o pai...
A dona do 46 gostou e novamente veio para cima de minhas bochechas, me achando “gracinha”... só que fui mais vivo: rapidamente abaixei-me pra arrumar o cordão do tênis... me livrando daquelas mãos de alicate!
- Mas – continuou a mamãe – pela vontade da avó ele será advogado. Se bem que eu acho que ele daria um grande engenheiro.
Esbugalhei o olho.
E eu que pensava em ser algo emocionante! Talvez guia turístico na África... talvez motorista de ambulância... ou, quem sabe, ator da novela das sete?!
Me senti uma ilha de indecisão, cercado de profissões por todos os lados.
Naquela manha, no café, meu pai veio com a indireta:
- Quer dizer que teremos mais um médico na família? – E, ao estilo da dona do 46, apertou minhas bochechas.
A caminho da escola fui pensando como é chata a profissão de ser adulto.
É ter que ficar pensando no que as crianças vão ser quando crescer...
Na escola, onde pensei estar num refúgio antifuxico, veio a bomba! Na aula de português o tema da redação foi: “O QUE VOCÊ VAI SER QUANDO CRESCER?”
Então eu escrevi assim:
Pelo meu pai: médico.
Pela vovó: advogado.
Pela mamãe: engenheiro.
Pela tia Luiza: dentista (ela diz que tem que ter um na família por estar caro).
Pelo tio Polidoro (que é enfermeiro): enfermeiro.
Pelo vizinho: político (ele disse que é o que mais rende neste país).
Quando reli a redação, achei que estava confusa... mas era tal e qual a minha cuca!
Sônia Rinaldi



Estudo do texto:
1 – O que você entende por:
A – a dona do 46= a mulher que mora no apartamento nº 46

B – mãos de alicate= mãos que apertam e machucam como se fossem alicates

C – refúgio contra antifuxico= local protegido contra mexericos

2 – Responda:
A – O que a dona do 46 fazia sempre que encontrava Fernandinho?
Sempre que encontrava Fernandinho, apertava as bochechas dele.

B – O que a dona do 46 perguntou para Fernandinho?
Ela perguntou o que Fernandinho ia ser quando crescesse

C – Escreva no balão o que Fernandinho teve vontade de responder à “titia”.
Vou ser4 um gorila ENORME!!!

D – Na sua opinião, por que Fernandinho quis dar tal resposta à dona do 46?
Pessoal...

E – antes que a dona do 46 apertasse novamente suas bochechas, o que Fernandinho fez? Abaixou-se para arrumar o cordão do tênis.

3 – Complete:
A – na verdade Fernandinho pensava ser guia turístico na África, motorista de ambulância ou quem sabe ator da novela das sete.

B – Para Fernandinho a profissão de ser adulto é muito chata porque eles ficam o tempo todo pensando no que as crianças vão ser quando cresecr.

4 – O que você achou da dona do 46? Pessoal...

5 – Na sua opinião, por que os adultos dão tantos palpites sobre a profissão que as crianças devem escolher? Pessoal...

6 – Você já escolheu a sua futura profissão? Qual será? E por quê?

19 de fev de 2009

Minhas queridas amiigas blogueiras.....

Tanto tempo sem postar nada né, mas também!!!!!
Agora estou em sala de aula, 2 turmas de 4ª série em duas escolas, deixam a gente sem fôlego. Mas estou adorando o desafio... Temos professores de artes, informática, inglês e ed. física, dá para preparar um montão de coisas legais. Bom meus trabalhos com eva e contação de histórias deram uma paradinha, mas logo, logo vou retomar..... eu não vivo sem eles...
Té beijokassss......

Olá, estou voltando. Nossa quanto tempo, que saudade.

7 de jan de 2009

Oba!!! Ganhei um selinho, o meu primeiro!!!! Viva!!!

Estou muito feliz, ganhei o meu primeiro selinho da amiga Cíntia, que faz um trabalho maravilhoso... Obrigadão, que Deus continue te dando inspiração para fazer coisas maravilhosas...
Bom, Com o Prêmio Dardos se reconhece os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esse selo foi criado com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valores à web.O premiado deve, por favor, seguir essas instruções:Deve exibir a imagem do selo em seu blog; Deve linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação; Escolher outros 15 blogs a quem entregar o PRÊMIO DARDOS; Avisar os escolhidos. Assim conforme o regulamento do prêmio e julgando méritos e realizações, indico abaixo mais 15 blogs merecedores de tal distinção como difusores e incentivadores culturais e minhas queridas amigas:
www.jacirinha.blogspot.com
www.sonholilas.com.br
www.pragentemiuda.blogspot.com
www.verefazer.blogspot.com
www.cirandinha-adriana.blogspot.com
www.perolasdawanessa.blogspot.com
www.baudasletras.blogspot.com
www.baladegoma.blogspot.com
www.vihema.blogspot.com
www.algodaodocebiscuit.blogspot.com
www.fazendoartenaescola2.blogspot.com
www.janearteva.blogspot.com
www.profetati.blogspot.com
www.paixaoporeducacaoinfantil.blogspot.com
www.ajoaninhaeflor.blogspot.com

Tenho certeza que muitas outras blogueiras são merecedoras deste selo. Obrigada por compartilharem conosco tanta inspiração e criatividade.
Beijão a todas e que 2009 seja para nós um ano de muitas realizações!!!!!